domingo, 29 de abril de 2012

Presídios! Cidades do Medo!

 Acabar com a violência é estabelecer uma dura repressão policial?


Aqueles que julgam pensa completamente da forma errada,achando que vão ser imune a esse tipo de absurdo,nunca podemos pensar desta maneira,porque ela vai está sempre posicionada a cometer os erros, e não é isto que a sociedade devem fazer. Não devemos julga ninguém, quem julga e condena é a justiça, cuidado! o teto é de vidro e ele pode quebrar, não se combate a violência gerando violência. A marginalização está hoje infiltrada na maioria dos nossos lar, e também em  algumas classes social, a busca por dinheiro fácil estão levando estes jovens para o lado da criminalidade, e dai para frente eles irão comete crimes bárbaros e violência. Temos que nos se preocupar com essa demanda de jovem que estão fazendo uma grande imigração para o lado da criminalidade, isto com certeza irá deixar os governantes preocupados, porque a tendência é aumentar a superpopulação de presidiários e gerar grandes rebeliões, é logico que em situação como está nunca vai se estabelecer a disciplina. O Estado tem que perceber que um ambiente de superpopulação carcerária tolerado nunca vai haver a imposição de disciplina, temos que resolver a questão de forma racional legal e eficiente. O Poder Legislativo deve fazer aplicação das leis para que elas seja igual para todos  os cidadão, na forma da lei, porque da forma que está, à justiça nunca acontece como deve. O Poder Judiciário juntamente com o Ministério publico e a Defensorias, podem reunir Magistrados para verificar a situação de todos os presos, próximo de cumprir com sua pena, separando eles daqueles que vão continuar cumprindo com a sua condenação. O Poder Executivo deve cumprir com a lei já existente podendo pegar estes presos que já estão próximo de cumprir com a sua pena,  através da própria disciplina sócia educativa que já é existente nos presídios. Podendo separar aqueles que tenha bons comportamento, que seja de maneiras bem vigiadas e rígidas, não se deixando-os ser enganados e manipulados por eles, para terem a sua liberdade tão sonhadas através de uma oportunidade para se recolocarem de volta no mercado de trabalho. Mais isto só não é suficiente, mesmo aqueles que já cumpriram com a sua pena, e tenta voltar a sociedade em busca de um emprego digno, isso não está sendo fácil para maioria deles. Portanto a sociedade continuam fechando as portas para eles, devido a confiança e o respeito que eles mesmos destruirão quando sairão a procura do mal. 

O Poder Executivo ainda por sua vez pode liberar mais verbas para modernizar as estruturas prisionais em todo país, o que temos no momento sendo apresentados  pelos os meios de comunicação são presídios caindo aos pedaços e desta forma nunca os presos podem ser disciplinados. Podendo também investir ainda mais na seleção e capacitação de profissionais para trabalhar no sistema penitenciário acompanhado e treinado-os periodicamente. ( A privatização é um erro)...               

       

     

sábado, 21 de abril de 2012

Viver feliz para sempre ou morrer espancada até a morte?

       O Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada ( Ipea ) divulgou, nesta quinta feira ( 25 ), estudo que revela dados inéditos sobre a violência contra a mulher. De acordo com o levantamento, o Brasil registrou, entre 2009 e 2011, 16,9 mil feminicídios, ou seja, mortes de mulheres decorrentes de conflitos de gênero, crimes geralmente cometidos por parceiros íntimos ou ex- parceiros das vitimas. O número indica uma taxa de 5, 82 casos para cada 100 mil mulheres. A pesquisa Violência contra a mulher feminicídio no Brasil, coordenada pela técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Leila Posenato Garcia, avaliou o impacto da Lei Maria da Penha sobre a mortalidade de mulheres por agressões. Infelizmente, o estudo mostra que não houve redução das taxas anuais de mortalidade, comparado o período antes e depois da Lei, que entrou em vigor em setembro de 2006. Entre 2001 e 2006 a taxa de mortalidade por 100 mil mulheres foi 5, 28. Já de 2007 a 2011, o número foi de 5, 22. Conforme destaca o estudo, 2007 houve uma ligeira queda, imediatamente após a vigência da lei. O Espirito Santo é estado com maior taxas de feminicídio, com 11, 24 para cada 100 mil mulheres, seguido pela Bahia ( 9,08 ) e Alagoas ( 8084 ). O Nordeste é a região com taxas mais altas, com média de 6,9. A pesquisa, que foi realizada com base no Sistema de informações sobre Mortalidade ( SIM ), do Ministério da Saúde, ainda calcula que, em média, ocorrem 5664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma a cada hora e meia. As mulheres jovens foram as principais vitimas: 31% estavam na faixa etária de 29 anos e 23% de 30 a 39 anos. Ou seja, mais da metade dos óbitos (54%)  foram de mulheres de 20 a 39 anos. Infelizmente a leis Maria da Penha  não consegue parar a violência contra a mulher,o agressor só vai preso quando ele comete o assassinato contra a sua companheira. Mulheres, faças as suas denúncias de espancamento,agressão ou violência sexual etc. A vida de qualquer ser humano deve ser respeitada        

  Comentário escrito por: Antonio Ivamberto Soares